O Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra oferece Cafés de Ciência

Nov 20, 2014

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Os Cafés de Ciência inserem-se na Semana da Ciência e da Tecnologia, que decorre de 22 a 30 de novembro
Fotografia: © UC | Milene Santos

O Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC) organiza Cafés de Ciência, com entrada livre, nos próximos dias 23 e 28 de novembro, promovendo conversas informais sobre temas científicos, em Vila Nova de Poiares e na Lousã. A iniciativa visa democratizar o acesso ao conhecimento científico produzido nos grandes centros urbanos.

O anfiteatro do Centro Cultural de Vila Nova de Poiares acolhe a conversa sobre a felicidade e a sua relação com o cérebro, às 17 horas de 23 de novembro. O evento é conduzido por Manuela Grazina, investigadora do CNC e professora na Faculdade de Medicina da UC, que irá explicar a Felicidade através de fatores biológicos, ligados à Genética e à neuro-química cerebral.

«O entendimento desses mecanismos, de forma simples e clara, permite que nos surpreendamos com a forma extraordinária como funciona o organismo humano, e possibilita ainda a compreensão da heterogeneidade no modo como o cérebro funciona entre os géneros masculino e feminino. Está ao nosso alcance estimular as vias cerebrais da recompensa, no sentido da melhor qualidade de vida, gestão do stress e saúde, bem como otimizar a produtividade no contexto de ambiente de trabalho, sempre com motivação acrescida e valorizando as nossas melhores capacidades físicas e cerebrais. Com este conhecimento, podemos ajustar as expectativas e as nossas práticas diárias, incluindo o ambiente nos locais de trabalho, no sentido de alcançar a tão almejada Felicidade, individual e comum», explica a investigadora.

O Palácio da Lousã – Boutique Hotel receberá João Laranjinha, investigador do CNC e professor da Faculdade de Farmácia da UC, que falará dos vilões e heróis no meio biológico, nomeadamente no cérebro, no dia 28 de novembro, às 21 horas. «Alimentar o cérebro é uma fatura muito pesada no orçamento energético do organismo. Os neurónios ativos desenvolvem estratégias únicas para se alimentarem, evitando o jejum e, assim, manterem o seu funcionamento. Em essência, os neurónios enviam uma mensagem “sem fios” aos vasos sanguíneos vizinhos, solicitando alimento. Por vezes, os vasos sanguíneos não respondem a esta chamada de longa distância. Há vilões no meio. Nestes casos temos problemas como a morte de neurónios, a doença, etc.», ilustra João Laranjinha.

Os Cafés de Ciência inserem-se na Semana da Ciência e da Tecnologia,  que decorre de 22 a 30 de novembro, durante a qual o CNC apresenta diversas atividades consultáveis aqui.

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