A poucos dias do início da terceira edição da Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra Anozero falámos com o seu curador Agnaldo Farias sobre a programação, os artistas, os desafios e a razão pela qual ninguém pode perder os trabalhos que 39 artistas nacionais e internacionais trazem aos locais património de Coimbra.

A bienal Anozero começa oficialmente a 2 de novembro e conta com um programa imperdível. Às 14h30, a Sala da Cidade recebe a abertura institucional seguindo-se, às 15h00, a performance de Luís Lázaro Matos, no Edifício Chiado.

Às 16h00 pode-se assistir à Ongoing Action de Alexandra Pirici no Colégio das Artes (a ação decorre das 14 às 18h00). Pelas 17h00 realiza-se uma visita ao Laboratório Chimico e Galerias de História Natural do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e às 18h00 visita-se o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC Sede).

O Círculo Sereia recebe, pelas 19h00, a performance de abertura da exposição ShipShape. A programação estende-se pela noite, no Convento de Santa-Clara-a-Nova, com a performance de Daniel V. Melim, às 22h00, e a festa de inauguração do Anozero’19, a partir das 23h30.

A bienal é uma iniciativa do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, da Câmara Municipal de Coimbra e da Universidade de Coimbra, e conta este ano com uma curadoria tripartida: Agnaldo Farias, como curador-geral, e Lígia Afonso e Nuno de Brito Rocha como curadores-adjuntos.

 

Mais informações em anozero-bienaldecoimbra.pt.

 

 

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