Língua Portuguesa: uma língua de futuro

Jul 20, 2015

Congresso internacional encerra comemorações dos 725 anos da UC

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Ver o português como língua do futuro é o propósito do congresso internacional que encerra as comemorações dos 725 anos da Universidade de Coimbra (UC) e que decorre entre 2 e 4 de dezembro. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas aqui. A chamada de comunicações realiza-se até dia 15 de agosto.

A língua portuguesa tem sido afirmada como uma das prioridades estratégicas da UC e o congresso vem sublinhar a sua importância cultural e científica. Entre os temas a abordar, propõe-se uma reflexão sobre o português como idioma científico sujeito a diversas interpretações. Como explica Carlos Reis, professor catedrático da UC e coordenador da comissão executiva do Congresso, “justamente por estar espalhada em vários países e vários continentes, a diversidade é ao mesmo tempo um desafio e um fator de enriquecimento”. Durante o congresso, a língua portuguesa será olhada também do ponto de vista da literatura, do sistema de ensino e a partir da sua posição no mundo digital.

De acordo com Carlos Reis, o Congresso “acontece porque tem havido preocupação da sociedade civil, das universidades, das instituições culturais” com uma língua que “vive aquilo a que lhe chamamos «dinâmica de inovação»”, ou seja, que “está sempre a mudar”, conclui.

 

 

Carlos Reis defende que o português pode vir a ser uma língua de futuro, mas isso depende do “que fizermos dela no presente”. Para o docente, o que falta é uma “uma política de língua articulada, inclusivamente articulada entre os vários países que falam a Língua Portuguesa”.

A Universidade de Coimbra convida todos os que se interessam pelo futuro da Língua Portuguesa a participar no congresso “Língua Portuguesa: Uma Língua de Futuro”, que se realiza entre 2 e 4 de dezembro, no Convento de S. Francisco, em Coimbra.

Além do programa científico, o Congresso conta ainda com um programa cultural que inclui teatro, música e literatura.

Pode consultar toda a informação e subscrever as novidades no site do Congresso.

 

 

Reportagem realizada por Ana Zayara, estagiária Projeto Imagem, Media e Comunicação da Universidade de Coimbra.

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Um comentário a Língua Portuguesa: uma língua de futuro

  1. GEOLÍNGUA – a língua do futuro. – Este é o nome criado pela Fundação Geolíngua para designar o Galego-brasileiro.
    Para maiores detalhes, sugiro que leia e esmiuce o Projeto Geolíngua e convide o Prof. Roberto Moreno para Palestras gratuitas, sobre este tema. – Já agora, cá está uma prévia desta GEO palestra:

    Como nasceu a língua “portuguesa”

    .. pelos Reis, D. Afonso X, D. Dinis, Alexandre Herculano, Humberto Eco … e, relatadas por Roberto Moreno, cujo objetivo é: transcende-la.

    Colocações factuais e históricas.

    1 – Em 1296, o português foi adotado pela Chancelaria Real, por D. Dinis (sexto rei de Portugal) A partir deste momento o português passou a ser usado não só na poesia, mas também na redação das leis e nos notários, eliminando a palavra Galego, por razões sociopolíticas. – D. Dinis adotou uma língua própria para o reino, tal como o seu avô, espanhol, D. Afonso X, fizera com o castelhano a partir de 1252, também eliminando a palavra Galego, pelas mesmas razões, politicas (embora, ambos os Reis, continuassem a utilizar o Galego em suas poesias). – Portanto, como reza a história, e diante dos fatos (factos) – A língua portuguesa foi criada por Decreto, e – o Galego, fonte do português e castelhano – foi banido.

    2 – O conceituado historiador Alexandre Herculano em 1874, disse: “A Galiza deu-nos população e língua, e o português não é senão o dialecto galego civilizado e aperfeiçoado”

    3 – «O certo é que as línguas não podem ter nascido por convenção já que, para se porem de acordo sobre as suas regras os homens necessitariam de uma língua anterior; mas se esta última existisse, por que razão se dariam os homens ao trabalho de construir outras, empreendimento esforçado e sem justificação?» – (Umberto Eco)
    __________________________________________

    Diante destas três colocações, e isentas de versões oficiais, o Projeto Geolíngua propõe-se a seguir os mesmos passos dos Reis D. Dinis e D. Afonso X, no âmbito de, ambos, terem criado as duas primeiras “marcas brancas” do mundo, há 8 Séculos atrás, nomeando de “português e castelhano” – o Galego.

    Proposta de Roberto Moreno, fundador da Fundação Geolíngua:

    A Fundação Geolíngua visa criar uma palavra neutra e universal – para designar o Galego-brasileiro por GEOLÍNGUA (língua da terra) uma espécie de Esperanto II, e é, exatamente uma “nova marca branca”, para o Século XXI – 8 Séculos após à marca “português” – criada por D. Dinis o rei Sábio e, Justo.

    A Fundação Geolíngua, após uma minuciosa e fundamentada investigação científica, ao consultar varias fontes (além das oficiais) desde 1992 – designa o Galego – com sotaque brasileiro, como a única língua natural (desde o Século XIII) capaz de “substituir” o Esperanto (língua artificial criada em 1887) e o inglês, (pseudo língua universal) cuja aprendizagem constitui uma promoção ao monoglotismo mundial.

    Via estudos filológicos, ortográficos e fonéticos – a percentagem que separa uma língua de outra – é de aproximadamente 20%. – A diferença, hoje, entre o português de Portugal e o galego, é de 7% e, entre o português e o “brasileiro” é de 3%. – Portanto, histórica e cientificamente – a língua portuguesa nasceu “simbolicamente”, em 1214 via o Testamento de D. Afonso II e foi “separada” do galego, por Decreto, em 1296 por D. Diniz (supostamente, primeiro rei alfabetizado) numa situação geopolítica e sociocultural, compreensível, na época, pois, Portugal estava à delimitar fronteiras e a se formar como um Pais independente do Reino de Castela e Leão (Espanha) e, por estratégia política, “não ficava bem” continuar a ter o Galego como língua de Portugal, daí – esta separação. Portanto, surge há 8 Séculos, a “segunda marca branca” do mundo – a língua portuguesa, tendo como fornecedor – o Galego.

    Nesta perspectiva o – Galego-brasileiro é, a primeira língua do mundo, segundo dados investigados pela Fundação Geolíngua, com base científica e histórica. – O fato (facto em Portugal) é: o “português” entende 90% do espanhol, 50% do italiano e 30% do francês, sem qualquer dificuldade (pelo menos, na linguagem escrita) e une, para já e, a partir do espanhol – 800 milhões de pessoas em 30 países, nos 5 continentes e – se acrescentar o italiano ultrapassa os 900 milhões, superando o inglês e o mandarim, com a vantagem de – o “português” possuir, além do aspecto quantitativo, também o qualitativo, geopolítico e geoeconómico, em simultâneo, o que não é encontrado em nenhuma outra língua do planeta.

    Para ilustrar este estudo, sugiro que se escreva no Google o seguinte: O Brasil fala a Língua Galega
    (é o tema abordado por um professor catedrático, da Universidade de Santiago de Compostela – ‪http://www.udc.gal/dep/lx/cac/sopirrait/sr044.htm‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬‬

    Um outro estudo, realizado por um conceituado linguista, diz: – “Não é correto, do ponto de vista histórico-geográfico, afirmar, como fazem todas as gramáticas históricas, que “o português vem do latim”. – O português vem do galego – o galego, sim, é que representa a variedade de latim vulgar que se constituiu na Gallaecia romana e na Galiza medieval” – Marcos Bagno

    Quanto ao Acordo Ortográfico, sugiro ver a posição de Roberto Moreno, aqui
    http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheAudicao.aspx?BID=94935

    E, para complementar veja este vídeo – http://www.youtube.com/watch?v=aisI7SEry4c

    Para mais detalhes – sobre o Projeto Geolíngua, estou à disposição: geo@geolingua.org

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