“A Língua Portuguesa, ao serviço da qualidade de informação, do conhecimento e da democracia”, é assim que o docente da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), Carlos Camponez, defende a recém-criada a Rede Lusófona pela Qualidade da Informação (RLQI).

Uma “parceria que junta universidades, centros de investigação, media, jornalistas e sociedade civil” com um desafio comum, continua o responsável. “Tendo em conta os contextos de fake news e obscurantismos” na atualidade, Carlos Camponez destaca o papel destes atores como “responsáveis pela qualidade de informação”.

O objetivo passa pela “troca de ideias” e a “promoção da língua portuguesa”, dois “eixos estratégicos da Universidade de Coimbra”, acrescentou. Para o futuro, o docente da FLUC espera que o projeto possa “ter continuidade pelos quatro cantos do mundo da lusofonia”.

UC | Paulo Amaral

A RLQI foi criada à margem do V Congresso Internacional de Comunicação, Jornalismo e Espaço Público, com o tema Ética e Deontologia no Espaço Lusófono – Pactos globais pela qualidade de informação, que teve lugar na UC entre 13 e 14 de novembro. Promovida pela Reitoria da UC e pelo Centro de Estudos Interdisciplinares do Séc. XX, a RLQI conta já com a participação do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, a universidade Federal de Santa Catarina (Brasil), a Universidade e Cabo Verde, a Universidade de São Tomé e Príncipe, a Universidade de São José (Macau), o Centro de Estudos de Comunicação e a Escola Superior de Jornalismo de Moçambique, a Universidade Lusíada da Guiné Bissau e a Universidade Agostinho Neto (Angola). Também participantes no projeto estão o Sindicato dos Jornalistas e a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista de Portugal, a Ordem de Jornalistas da Guiné-Bissau, o Conselho de Imprensa de Timor-Leste e a Rede Nacional de Observatórios de Imprensa do Brasil.

 

Marta Costa e Karine Paniza

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