a carregar...

Projeto SUPERA quer implementar planos de igualdade de género na UC

Dez 21 • Sem comentários em Projeto SUPERA quer implementar planos de igualdade de género na UC

Financiado pelo Horizonte 2020, o SUPERA é um projeto inovador em Portugal.

PartilheShare on Facebook0Tweet about this on Twitter0Share on Google+0Email this to someone

Centro de Estudos Sociais CES
Fotografia: © UC | Marta Costa

O Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra (UC) integra um consórcio inovador em Portugal com o “objetivo de implementar planos de ação para a integração da perspetiva de género nas instituições académicas”, conta a investigadora responsável do projeto em Portugal, Mónica Lopes.

O consórcio SUPERA – Supporting the Promotion of Equality in Research and Academia tem um financiamento europeu de dois milhões de euros, do Horizonte2020 e junta oito parceiros – seis de implementação e dois de suporte. Durante quatro anos, os investigadores vão desenvolver, implementar e avaliar “planos e ações de melhoria no âmbito de igualdade de género”, afirma Mónica Lopes (ver vídeo).

De acordo com a coordenadora nacional, Mónica Lopes, o desafio ao CES foi lançado pela Universidad Complutense de Madrid (UCM), que lidera o projeto. O SUPERA “nasceu de uma necessidade diagnosticada de reconhecer a existência de desigualdades no mundo académico”, explica a investigadora. “O objetivo é apoiar as instituições do sistema científico a integrar ações de melhoria em várias áreas”, continua Mónia Lopes. Para a coordenadora, as áreas podem ir desde a “gestão de recursos humanos, tomadas de decisão, nos programas e conteúdos educativos”.

Para além do CES/UC e da UCM, também a Università Degly Studi di Cagliari em Itália e a Central European University da Hungria integram o projeto como “organismos de financiamento do sistema científico”, explica o CES em nota de imprensa. Os restantes parceiros incluem o Ministério de Economía, industria y Competitividad e Regione Autonoma della Sardegna. Já os parceiros de suporte são a Yellow Window (Bélgica) e a Fondation Nationale des Sciences Politiques (França).

 

Marta Costa

Redes Sociais

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


*

« »

oo