“Ter uma ligação mais próxima e uma presença mais próxima” entre a Associação Académica de Coimbra (AAC) e a Associação de Repúblicas (AR) é um dos objetivos do protocolo de cooperação assinado ontem, 9 de julho, entre as duas entidades, de acordo com o presidente da Direção-geral da AAC, Alexandre Amado.

“Garantir que há condições de diálogo permanente e estar do lado delas [das repúblicas] nas suas batalhas, para defender o seu património que também é o património de toda a academia” é outro dos pontos defendido pelo dirigente estudantil. Alexandre Amado exemplifica com “os problemas que (as repúblicas) atravessam, particularmente com o novo regime de arrendamento urbano” que espera que, “com a aproximação com a AAC” sejam “ultrapassáveis”.

No protocolo consta ainda a garantia que, “na receção aos novos estudantes, a AR está representada, que pode ter as suas informações e a sua banca”. O documento prevê ainda uma “reunião mensal entre as duas entidades e a utilização do serviço de transporte da AAC por parte da AR. Ficou ainda firmada a possibilidade de divulgação de atividades culturais através do sítio online da Academia e da agenda cultural da AAC. Alexandre Amado sublinhou ainda a possibilidade de haver “um espaço físico de reunião pontual e uma caixa de correio na AAC”.

A AR é atualmente composta por oito das 25 repúblicas de estudantes de Coimbra, de acordo com a nota enviada pela DG/AAC. Mas a intenção é que o protocolo assinado “não substitua todos os contatos com as outras repúblicas”, continua Alexandre Amado. O dirigente estudantil defende que a AR “é uma estrutura que mostrou interesse em colaborar” mas, no futuro, “não significa que não se faça o mesmo com outras”.

 

Marta Costa

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