Apresentação de resultados do “Pinhal de Futuro”, projeto de rastreio e acompanhamento psicológico de crianças e adolescentes afetados pelos incêndios de 2017

Jun 13, 2018

A cerimónia tem lugar às 17h30m, na Escola Bissaya Barreto, em Castanheira de Pera, com a participação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

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FPCEUC, Psicologia
Fotografia: © UC | Karine Paniza

Os primeiros resultados do projeto “Pinhal de Futuro – Rastreio e acompanhamento psicológico de crianças e adolescentes afetados pelos incêndios de 2017”, no qual participa uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC), vão ser apresentados no próximo sábado, dia 16 de junho.

A cerimónia tem lugar às 17h30m, na Escola Bissaya Barreto, em Castanheira de Pera, com a participação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

O projeto “Pinhal de Futuro”, que envolve 2557 alunos de 6 concelhos da região Centro (Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera, Sertã, Pampilhosa da Serra e Góis), é promovido pelo Fundo de Apoio às populações e à revitalização das áreas afetadas pelos incêndios gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian, e realizado em parceria pela Associação Empresários Pela Inclusão Social (EPIS) e pelo Centro de Investigação em Neuropsicologia e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC) da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da UC.

O “Pinhal de Futuro” tem como principais objetivos «rastrear todas as crianças e adolescentes, com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos, de seis dos concelhos afetados pelos incêndios florestais que deflagraram no ano passado na região Centro do país, e avaliar a incidência de perturbações psicológicas decorrentes da exposição direta e indireta a esses incêndios», explica a equipa de investigadores do CINEICC que participa no projeto, composta por Daniel Rijo (coordenador), Cristina Canavarro, Joana Pereira, Ana Fonseca, Helena Moreira e Paula Vagos.

«Visa igualmente prestar acompanhamento psicológico especializado e individualizado às crianças/adolescentes sinalizados e que dele necessitarem, bem como promover sessões universais de sensibilização/formação junto de pais e professores nos concelhos afetados», destacam os investigadores.

 

Cristina Pinto

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