Professores da FMUC vencem prémios de Estomatologia e Medicina Dentária

Out 17, 2018

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Congresso SPEMD2018 DR
Da esquerda para a direita: João Carlos Ramos, Sampaio Fernandes (Presidente da SPEMD), Sérgio Matos, Ana Luisa Costa, Paulo Palma.
Fotografia: © DR

O XXXVIII Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária, realizado no passado fim de semana, em Oeiras, rendeu dois prémios a docentes de Medicina Dentária da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, na categoria “Casos Clínicos”.

Um primeiro prémio foi atribuído ao trabalho “Encerramento de diastemas por restaurações diretas em resina composta: série de casos”, de João Carlos Ramos, com a colaboração de vários docentes de outras valências. Este trabalho descreve uma série de dez casos clínicos nos quais foram realizados 15 encerramentos de diastemas compreendendo 22 restaurações diretas em resina composta realizadas no 2.º sextante. As restaurações foram executadas por um único operador, pela técnica de “mão livre” ou com recurso a matrizes de silicone individualizadas a partir de enceramentos de diagnóstico. Os casos foram seguidos por um período médio de seis anos e oito meses (tendo alguns um controlo superior aos dez anos). Apesar de ser sensível e exigir conhecimentos e treino específico, esta técnica é um procedimento que pode conseguir resultados clínicos muito satisfatórios a médio prazo, de forma totalmente conservadora, rápida e economicamente mais acessível.

Uma menção honrosa foi atribuída ao trabalho “Procedimento endodôntico regenerativo em dente permanente imaturo: relato de caso clínico” da autoria de Paulo Palma, com a colaboração de outros docentes das valências de Dentisteria Operatória e Odontopediatria.  Com base numa nova abordagem de tratamento endodôntico regenerativo (revascularização) – que visa o restabelecimento da vitalidade do espaço pulpar, assegurando a continuidade do processo de formação radicular com potenciais vantagens biológicas, fisiológicas e estruturais – foi descrito um caso clínico, passo a passo, levado a cabo num incisivo permanente imaturo, necrosado por trauma, numa criança de sete anos. Ao fim de quatro anos é possível observar um bom resultado estético, funcional e uma continuidade na formação de tecido radicular, cumprindo com os objetivos delineados no plano de tratamento inicial.

 

FMUC

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