Recorde absoluto de abertura de concursos na UC

Jan 4, 2019

No total, de 2011 a 2018 foram abertas 405 vagas para docentes e investigadores de carreira.

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Universidade de Coimbra
Fotografia: © UC | François Fernandes

A Universidade de Coimbra (UC) encerrou 2018 atingindo um recorde absoluto de abertura de concursos para contratação de professores e investigadores. Nos últimos dois anos foram lançadas 467 vagas em concursos internacionais de recrutamento, um valor que pulveriza todos os patamares anteriormente atingidos na longa história da instituição. “É um motivo de enorme orgulho para todos nós”, afirma o reitor da UC, João Gabriel Silva.

Em 2018, foram abertos 107 concursos, relativos a 148 vagas para contratação de docentes e investigadores de carreira (59 para professor auxiliar, 68 para associado e 18 para catedrático, havendo ainda 2 vagas para investigador principal e 1 vaga para investigador coordenador). Em 2017, tinham sido abertos outros 95 concursos – já quase todos concluídos –, para 121 vagas de professores.

No total, de 2011 a 2018 foram abertas 405 vagas para docentes e investigadores de carreira: número que coloca a Universidade de Coimbra folgadamente em posição cimeira das universidades portuguesas. “Este sucesso só é possível graças à nossa notável capacidade de angariação de receita própria, que teve neste período um ritmo de subida bem superior a qualquer das outras universidades públicas portuguesas, pois o financiamento efetivo do Estado tem vindo sempre a descer”, explica João Gabriel Silva.

A este esforço sem precedentes acrescem os concursos lançados em 2018 para investigadores doutorados contratados a termo ao abrigo do Decreto-Lei 57/2016, num total de 198 vagas. Um valor que, somado às vagas abertas em 2017 e 2018 (121 + 148) para contratação de docentes e investigadores de carreira, permitiu à Universidade de Coimbra atingir um recorde absoluto que é também um investimento no futuro. “É agora imperioso que este esforço seja aproveitado para aplicar a mais fria e objetiva meritocracia, selecionando sempre os melhores candidatos nos concursos, independentemente da sua proveniência, e deixando os concursos vazios se nenhum dos candidatos for de grande nível internacional”, remata o reitor da UC.

Rui Simões

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