Orphika 2025: Baile Folk

O evento do AMA Folk contou com a participação do Coro das Mulheres da Fábrica e do violinista Fernando Meireles, numa festa que promoveu o convívio e a partilha cultural.

Marta Costa, Karine Paniza
30 novembro, 2025 ≈ 2 mins de leitura

© UC | Marta Costa

AMA Folk significa “amar o folk e, ao mesmo tempo, Academia de Música de Ançã Folk”. É com este duplo significado que a associação se apresentou no Ciclo de Música da Universidade de Coimbra Orphika com o Baile Folk. De acordo com a presidente da direção da AMA Folk, Dulce Cruz, o conceito é simples: é um baile tradicional e participativo que valoriza música e a dança. Para a festa, há música tradicional portuguesa e europeia, com o objetivo de “pôr o público a dançar”.

“Os festivais de folk estão a acontecer, cada vez mais, um pouco por todo o País”, acrescenta Dulce Cruz. E com a ideia de que “não são momentos para ficar a olhar”. São para “envolver o público”. É por isso que o Baile Folk quis “pegar nas nossas raízes e pôr toda a gente a dançar o que é seu”, garante a responsável. Com arranjos próprios e repertório de danças de roda, filas e troca de pares, a animação não deixou mesmo ninguém indiferente.

Sete pessoas estavam em palco, monitores de dança espalhados pela pista, e a participação de cerca de 60 elementos do Coro das Mulheres da Fábrica, a expetativa antes de arrancar o evento era “grande”, com desejos de que toda a gente se divirta e que seja uma festa. E assim foi.

Este conteúdo é reproduzido a partir de uma fonte externa e não está disponível porque os cookies não foram aceites.

Eis o que pode fazer: aceder ao conteúdo na sua localização original ou gerir as suas preferências de cookies e recarregar a página

O evento, que teve lugar a 30 de novembro no Atelier A Fábrica, contou ainda com a participação do Coro das Mulheres da Fábrica e do violinista Fernando Meireles, numa festa que promoveu o convívio e a partilha cultural.

Inserido na programação do 7.º Ciclo de Música Orphika, o Baile Folk foi também uma forma diferente de mostrar “um universo intenso de emoções”. Dulce Cruz vê toda a programação do ciclo com “imensa admiração, pelas oportunidades que são dadas aos grupos de mostrarem outras coisas”.

Consulte a programação completa da 7.ª edição do Ciclo de Música Orphika em https://www.uc.pt/cultura/orphika/.

Partilhe