Internacional

Universidade de Coimbra eleita para a Presidência da Associação das Universidades de Língua Portuguesa

A eleição surgiu no âmbito do XXX Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa, realizado em Macau.

17 setembro, 2021≈ 3 mins de leitura

© UC | Marta Costa

No âmbito do XXX Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), realizado em Macau, a Assembleia Geral desta rede internacional de instituições de ensino superior elegeu hoje (sexta-feira, 17), por unanimidade a Universidade de Coimbra (UC) para a presidência do Conselho de Administração para o próximo triénio (2021/2024). O cargo será exercido pelo Vice-Reitor da UC para as Relações Externas e Alumni, João Nuno Calvão da Silva (por delegação do Reitor, Amílcar Falcão):

Fundada em 1986, a AULP é composta por 131 membros dos oito países de língua oficial portuguesa – Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor – e da Região Administrativa Especial de Macau e tem como missão promover a colaboração multilateral entre as Universidades e Institutos Superiores dos países de expressão portuguesa.

Para o reforço da importância e do reconhecimento da comunidade de pessoas falantes da língua portuguesa e, em especial, dos que fazem investigação e estudos superiores, a AULP tem estimulado programas de intercâmbio de alunos e docentes e estreitado as relações com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), da qual é Observador Consultivo.

O Vice-Reitor da UC para as Relações Externas e Alumni, João Nuno Calvão da Silva, considera estarmos perante um “reconhecimento inequívoco da Universidade de Coimbra como Universidade por excelência da língua portuguesa, uma das cinco Universidades UNESCO no mundo também por causa desta dimensão cultural.” A eleição por unanimidade da UC para a liderança desta organização, segundo o mesmo responsável, “constitui também um poderoso incentivo para a prossecução de um desígnio estratégico do Reitorado de Amílcar Falcão: a afirmação crescente da língua portuguesa, elo de ligação de uma comunidade de países e povos que deve assumir uma centralidade política maior na nova ordem global.”

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