Um laboratório que “exprime de forma clara um dos pilares centrais da Reitoria para a Cultura – associando a vertente performativa à formação”. Foi assim que o Vice-Reitor para a Cultura e Ciência Aberta da Universidade de Coimbra (UC), Delfim Leão, definiu o renovado Laboratório de Investigação e Práticas Artísticas – LIPA. Nascido em 2012, como “ideia que veio responder ao que eram as necessidades dos estuantes de Estudos Artísticos”, o LIPA tem, desde a sua génese, o objetivo de ser uma “estrutura que dê importância à prática e à investigação”, continuou o coordenador do Laboratório, Sérgio Dias Branco.

Em 2020, surge agora como “ponto de chegada e ponto de partida em simultâneo” para a investigação e formação na área das artes na Universidade, adianta o diretor do Teatro Académico de Gil Vicente, uma das estruturas que recebe o laboratório. Para Fernando Matos Oliveira, “consolidar a economia das artes na UC e capacitar uma resposta futura mais capaz” são alguns dos pontos fundamentais que o LIPA se propõe. Duas palavras que o responsável destaca são “potencial e oportunidade”.

O LIPA resulta da parceria entre os cursos de Estudos Artísticos (do DHEEAA Faculdade de Letras da UC) e o Teatro Académico de Gil Vicente, desenvolvendo as atividades em associação com o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20) e o Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos (CECH).

Para conhecer melhor o Laboratório de Investigação e Práticas Artísticas, visite a página em https://www.uc.pt/org/lipa

 

Marta Costa e Karine Paniza

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