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Projecto europeu coloca academia, empresas e associação em mobilidade

Jun 12 • Sem comentários em Projecto europeu coloca academia, empresas e associação em mobilidade

O "mtFOIE GRAS" quer fomentar a mobilidade como uma forma de promover a investigação de excelência e o desenvolvimento de ferramentas não-invasivas e rápidas para um diagnóstico mais preciso do Síndrome do Fígado Gordo não-Alcoólico.

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A SFGNA afeta 6 a 37 por cento da população mundial e contribui para o aumento do risco de diabetes, cirrose hepática e cancro.
Fotografia: © UC | Helena Grilo

O Projecto Europeu “mtFOIE GRAS”, liderado pelo Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC), destinado a promover a mobilidade de cientistas e técnicos entre academia, empresas e associações, vai ser lançado no próximo dia 14 de Junho, no Hotel D. Luís, em Coimbra, com a presença de todos os parceiros nacionais e internacionais envolvidos.

O projeto, financiado em cerca de 450 mil euros, tem como objetivo fomentar a mobilidade como uma forma de promover a investigação de excelência e o desenvolvimento de ferramentas não-invasivas e rápidas para um diagnóstico mais preciso do Síndrome do Fígado Gordo não-Alcoólico (SFGNA).

Assim, 19 cientistas, quatro deles investigadores do CNC, vão adquirir experiência em empresas internacionais de biotecnologia e na Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), que se encontra envolvida em investigação clínica, enquanto 15 cientistas e pessoal técnico de empresas e da APDP vão frequentar o mundo académico.

A SFGNA afeta 6 a 37 por cento da população mundial e poderá ser uma “assassina silenciosa” porque os sintomas evidenciam-se em fases tardias, quando se apresenta incurável, contribuindo para o aumento do risco de diabetes, cirrose hepática e cancro. A doença é atualmente diagnosticada através da biopsia do fígado, um procedimento invasivo, arriscado e caro.

O projeto mtFOIEGRAS conta com a participação da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, Universidade de Lisboa, Universidade do Porto e de instituições académicas, clínicas e empresariais de Itália, Alemanha, Áustria, Espanha, Reino Unido e Polónia. A investigação é apoiada através do quadro de financiamento do Horizonte 2020 da União Europeia na tipologia “RISE” (Research and Innovation Staff Exchange).

 

Nota de Imprensa: Cristina Pinto

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