A quinta edição do Sons da Cidade acontece de 22 a 24 de junho. No âmbito da edição deste ano, a organização lança um convite à participação em duas criações artísticas. “Desejamos, através desta iniciativa, possibilitar o envolvimento ativo e criativo de todos os cidadãos da região de Coimbra na celebração de Coimbra Património da Humanidade”, adianta a organização.

“Já só o vento canta” é uma criação do poeta sonoro Américo Rodrigues que convoca à participação de pessoas de várias idades, nacionalidades ou formações, para a criação de um “coro heterodoxo” que parte da Língua Portuguesa enquanto património imaterial e usa a voz e o movimento dos corpos pelo espaço da Alta de Coimbra para interpretar de forma singular a poética da cidade. A preparação do espectáculo inclui oficinas de formação e ensaios, que vão ter lugar entre abril e junho, preferencialmente ao fim de semana ou em horário pós-laboral. Inclui oficinas de formação Américo Rodrigues, João Grosso, Luís Bragança Gil e Cristina Benedita. O primeiro encontro acontece a 10 de março.

O outro evento que procura voluntários é o “ECOimbra”, um espectáculo musical baseado numa peça original para percussão, do compositor Carlos Alberto Augusto, cuja apresentação pública terá lugar no dia 23 de junho, na Praça do Comércio. Procuram-se músicos que saibam ler música e tocar instrumentos de percussão. De abril a junho, os músicos vão participar em ensaios regulares e workshops com Carlos Alberto Augusto, Pedro Carneiro e Simantra Grupo de Percussão. O primeiro encontro está agendado para 15 de março, às 21 horas, no Salão Brazil.

Os interessados devem contactar para o email sonsdacidade.unesco@gmail.com, onde podem ainda solicitar mais informações.

O Sons da Cidade celebra a inscrição da “Universidade de Coimbra, Alta e Sofia” na Lista do Património Mundial da UNESCO sob o signo da reflexão e intervenção artística. Co-organizado pelo Jazz ao Centro Clube, a Câmara Municipal de Coimbra e a Universidade de Coimbra, o programa convida à deambulação e propõe a (re)descoberta e novas leituras da Cidade através do cruzamento de vários patrimónios: do edificado à língua e à música, da imagem à palavra e desta ao corpo e ao seu movimento no espaço-tempo.

Milene Santos

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