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TAGV quer ser “um teatro que possa fazer cidade”

Set 22 • Sem comentários em TAGV quer ser “um teatro que possa fazer cidade”

Teatro Académico de Gil Vicente apresentou a programação de setembro a dezembro 2017.

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Luisa Lopes, Clara Almeida Santos e Fernando Matos Oliveira apresentaram a programação do TAGV
Fotografia: © UC | Marta Costa

São 65 eventos espalhados por quatro meses, de setembro a dezembro, que o Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) promove. A programação prevista até ao final do ano foi apresentada pelo diretor, Fernando Matos Oliveira, que afirmou que o teatro “tem procurado o seu lugar na cidade, de uma forma nova”. Fernando Matos Oliveira propõe, por isso, “um teatro de criação, de experimentação, de residências artísticas, de debate, de reflexão”. O que se pretende é ser “um teatro que possa fazer cidade”, afirmou Fernando Matos Oliveira.

O diretor do TAGV destaca a “École de Maîtres” como uma “antologia dos grandes criadores do teatro contemporâneo”. Outro projeto de residência artística, durante três meses, é do coletivo Soul. Aulas abertas, módulos formativos pluridisciplinares, seminários e workshops, que vão culminar no espetáculo “Un-Dead – Ocupação Soul Portugal”.

“Teremos também espetáculos de teatro, como o Moçambique, o Teatro da Rainha ou a primeira criação em rede da Cinco Sentidos”, referiu ainda o responsável. Fernando Matos Oliveira não deixou de falar de “tudo o que faz do TAGV a Cinemateca em Coimbra”. O diretor do teatro enumerou, por exemplo, o Cinema às Segundas, a Festa do Cinema Francês, o Caminhos Film Festival, o Kino – Cinema de Expressão Alemã ou a Festa de Cinema Italiano. “Tudo compõe de facto algo muito singular e que não estaria na cidade não fosse acolhermos uma das grandes artes de hoje”, rematou.

Os responsáveis desvendaram ainda as obras de requalificação previstas para a temporada 2017/2017. “A intervenção e o melhoramento do equipamento é absolutamente crítico”, afirmou Fernando Matos Oliveira. “Vamos trabalhar a questão da mecânica de cena”, contou a vice reitora da UC, Clara Almeida Santos. Também o “sistema de som vai sofrer uma intervenção profunda”, acrescentou a responsável. Para além das “obras estruturais”, Clara Almeida Santos referiu ainda algumas obras nos camarins.

A ideia, acrescentou Fernando Matos Oliveira, é trabalhar “com mais segurança, mais conforto e mais rapidez”. Ao mesmo tempo, o TAGV quer criar as condições técnicas “que não tinha” com o objetivo de “acolher certos espetáculos”. O diretor do teatro explica que a “intervenção na mecânica de cena e no som tem a ver com o esforço de ajuste ao nosso tempo”.

Todas as intervenções vão ser feitas ainda em 2017 no período em que o teatro vai estar fechado, entre dezembro e janeiro, de forma a não interromper a programação.

A programação completa do TAGV de setembro a dezembro pode ser vista aqui.

 

Texto de: Marta Costa

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