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O Instituto Confúcio da Universidade de Coimbra recebe, a 5 de dezembro pelas 18 horas, o evento “Celebração das Artes – Timor”.

A iniciativa engloba o lançamento do livro “Para onde vão os gatos quando morrem”, de Luís Cardoso, e ainda a exposição do espólio fotográfico de Élia Ramalho, resultado da estadia da artista em Timor.

Segundo a organização, o evento é “uma celebração das artes porque trata-se de uma iteração entre a obra literária de Luís Cardoso e as imagens fotográficas da realidade de Timor em 2016, imagens captadas em diversas regiões”. Pretende-se que seja um momento de “partilha de opiniões e visão do país mas apenas no que diz respeito à sua tradição e cultura”, acrescentam ainda.

Luís Cardoso é um escritor timorense que no seu mais recente livro , “Para onde vão os gatos quando morrem”,  acompanha o trajeto de formação de uma criança até à idade adulta, num percurso que é também o do seu país, Timor. A obra conta com prefácio de Frei Bento Domingues e posfácio de Carlos Reis, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Os romances de Luís Cardoso estão traduzidos para diversas línguas, tais como, inglês, francês, italiano, holandês, alemão e sueco.

Élia Ramalho é uma artista que residiu em Timor, durante um período de quatro meses, integrada na comunidade. Da estadia resultou uma série de fotografias que foram expostas sobre patrocínio da Universidade de Coimbra no evento “Timor, imagens e palavras que mudaram o mundo”, que teve lugar em dezembro de 2016.

 

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Luís Cardoso é o autor do livro “Para onde vão os gatos quando morrem”.

 

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Élia Ramalho residiu em Timor durante quatro meses.

 

Milene Santos

 

 

 

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