UC firma contrato-programa que garante maior apoio para atividades culturais e desportivas da AAC

Jul 3, 2019

A verba disponibilizada é "o maior financiamento direto de que há registo: cerca de 260 mil euros", revelou o Reitor da UC, Amílcar Falcão.

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Amílcar Falcão e Daniel Azenha
Daniel Azenha e Amílcar Falcão durante a cerimónia de assinatura do contrato-programa
Fotografia: © UC | Karine Paniza

Universidade de Coimbra (UC) e Associação Académica de Coimbra (AAC) assinaram, a 2 de julho, o contrato-programa que tem como objetivo o apoio às atividades de cariz artístico, cultural e desportivo, desenvolvidas e promovidas pela comunidade estudantil. “Entendo este momento de apoio financeiro como de vital relevância para prosseguirmos na concretização de objetivos comuns”, adiantou o Reitor da UC, Amílcar Falcão.

A verba, de cerca de 260 mil euros, é “o maior financiamento direto de que há registo”, referiu Amílcar Falcão. De acordo com o presidente da Direção-geral da AAC, Daniel Azenha, parte do apoio já tem destino: promover e aumentar a participação de atletas da AAC em competições internacionais até ao fim do ano.

Amílcar Falcão destaca o papel das atividades culturais, desportivas e também cívicas da AAC para o desenvolvimento dos estudantes. O empenho da Universidade é de, em conjunto com a AAC, criar secções inéditas, que cubram os “interesses diversificados dos estudantes mas, ao mesmo tempo, com uma função de integração social”. “Por isso, também este financiamento servirá no auxílio das atuais secções desportivas em investir no desporto adaptado, servindo igualmente para fundar modalidades especialmente vocacionadas para as pessoas com deficiência”, revelou o Reitor da UC.

No futuro, a UC, juntamente com a AAC, vai iniciar uma “revisão sem precedentes dos mecanismos de financiamento, com a intenção de aproveitarmos a capacidade instalada e de identificarmos novos campos de atuação”, revelou ainda Amílcar Falcão. O objetivo passa por promover uma discussão alargada “de novas formas de apoio para conseguirmos dar resposta a todas as necessidades sentidas”, conclui.

 

Marta Costa e Karine Paniza

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