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Alexandre Amado toma posse pela segunda vez como presidente da Direção-geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC). O estudante de Direito da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC) espera que 2018 seja “um ano histórico” para a mais antiga associação de estudantes do País e, no final do mandato, quer deixar, “acima de tudo, uma casa coesa e mobilizada”.

O mandato de Alexandre Amado vai ser marcado pelos Jogos Europeus Universitários (JEU), que, para o dirigente estudantil, vão ser, “provavelmente o maior desafio da AAC de toda a sua história”. Ao desvendar a participação de cerca de mil voluntários no evento, Alexandre Amado afirmou ainda que “2018 é o ano em que podemos transformar a AAC na maior instituição de voluntariado estudantil em Portugal”. O presidente da DG/AAC quer propor uma “central de volundariado na AAC” já no próximo ano.

Queremos garantir a coesão e a unidade de todas as estruturas da casa

2018 é ainda um ano que, do ponto de vista interno vai levar a AAC a “um processo de organização interna novo”. Devido, principalmente aos novos regulamentos, previstos nos novos estatutos da Associação Académica e que Alexandre Amado afirma poderem “transformar o nosso edifício”. O responsável sublinha que “a estrutura vai ser toda posta à prova”.

Também o contexto político nacional é uma preocupação de Alexandre Amado para o mandato que agora começa. “Queremos garantir a coesão e a unidade de todas as estruturas da casa e garantir a mobilização em todas as iniciativas, não apenas políticas, mas todas as atividades no universo da AAC”, refere.

A tomada de posse dos corpos gerentes da AAC está marcada para o auditório central da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). A cerimónia serve também para dar posse à Mesa da Assembleia Magna, liderada por Pedro Matos Filipe.

 

Marta Costa

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